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Postado dia 04/05/2026 às 19:03:10
Mulheres e negros são subrepresentados na política em Minas Gerais
Apesar de aproximadamente 51,5% da população composta por mulheres, com com 55% se autodeclarando negra (pretos e pardos), tal segmento da sociedade tem baixa representatividade na política do Estado de Minas Gerais.
Na disputa de 2022, das 53 vagas para a Câmara Federal, houve a eleição de sete mulheres: Ana Paula Junqueira Leão (PP), Ana Pimentel (PT), Nely Aquino (Pode) e Delegada Ione Barbosa (Avante), além de Duda Salabert, do PDT (trans), Célia Xakriabá, do PSOL (indígena) e Dandara Tonantzin, do PT (negra).
Para a Assembleia Legislativa, com 77 vagas, o pleito passado marcou um recorde histórico, com 15 mulheres eleitas. São elas: Beatriz Cerqueira (PT), Lohanna (PV), Lud Falcão (Podemos), Nayara Rocha (PP), Maria Clara Marra (DC), Alê Portela (PL), Chiara Biondini (PP), Marli Ribeiro (PSC), Leninha (PT), Ione Pinheiro (União), Delegada Sheila (PL) e Ana Paula Siqueira (Rede).
A bancada negra na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) ficou composta então com as deputadas Macaé Evaristo (PT) e Andréia de Jesus (PT).
As minorias são também representadas por Bella Gonçalves (PSOL). Por meio da rede social, em 19 de agosto de 2025, por ocasião do dia do orgulho lésbico, a deputada estadual Bella havia afirmado que "sou a primeira parlamentar assumidamente sapatão da Assembleia Legislativa, e isso só foi possível porque colocamos nossos corpos para a luta. E ela vale a pena!"




