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Norte do Paraná
Postado dia 20/03/2026 às 03:03:26
Juninho do Cartório denuncia ostentação e desperdício na gestão de Tuti Bomtempo
O vereador Carlos Júnior da Silva (PL), o Juninho do Cartório, fez duras críticas à administração do prefeito Tuti Bomtempo (PSD), de Assaí (PR), acusando-a de privilegiar o luxo e a autopromoção em detrimento das necessidades básicas da população. Para o parlamentar, enquanto moradores enfrentam dificuldades em áreas como saúde, educação, infraestrutura e emprego, recursos públicos vêm sendo aplicados em veículos de alto padrão, reformas milionárias de gabinete, viagens internacionais com diárias em dólares e euros, além da instalação de telões gigantes em pontos da cidade. “Isso não é gestão pública, é desperdício”, disparou.
Segundo Juninho, a atual gestão parece mais preocupada em criar cenários de ostentação do que em resolver problemas concretos da comunidade. Ele citou como exemplo a compra de um carro de luxo para deslocamentos oficiais, mesmo em percursos curtos, e a reforma do gabinete do prefeito, descrita como “ambiente digno de palácio” para uma cidade de pouco mais de 10 mil habitantes.
O vereador também questionou as viagens internacionais realizadas pela administração, que até agora não trouxeram recursos efetivos para Assaí, mas renderam ampla divulgação fotográfica. Para ele, trata-se de “turismo administrativo” que não gera benefícios práticos à população.
Outro ponto levantado foi a composição da equipe de governo, marcada por nomeações de parentes de vereadores, filhos de radialistas e até o marido de uma juíza em cargos estratégicos. Juninho lembrou ainda da tentativa de cassação de um colega opositor, justamente após fiscalização em hospital que estava sem energia elétrica, o que, segundo ele, demonstra a intolerância da gestão com a crítica e a fiscalização.
A polêmica mais recente envolve a instalação de dois telões gigantes, ao custo de cerca de R$ 300 mil, um deles em propriedade particular. Para Juninho, trata-se de promoção pessoal financiada com dinheiro público, prática vedada pela legislação e que gerou forte reação da comunidade. “É um gasto absurdo em algo que não tem função nenhuma, enquanto a população sofre com problemas básicos”, disse.
Confira a seguir:




