Santo Antônio da Platina

Postado dia 11/09/2013

Rachaduras aumentam e diretora teme interdição do colégio Rio Branco

do Portal JNN

A diretora do colégio estadual Rio Branco, em Santo Antônio da Platina, Maria Aparecida da Silva, a Cida, pediu, na noite de segunda-feira, 9, ajuda aos vereadores para que intercedam junto à Secretaria Estadual de Educação (SEED) com o objetivo de resolver o problema estrutural que compromete quatro setores do prédio.
 
Depois de uma forte chuva ocorrida em junho de 2012, o Corpo de Bombeiros interditou as áreas de risco e um laudo elaborado pela engenheira da prefeitura na ocasião, Maria Cecilia Ghiraldelli Elias, constatou que havia risco de desabamento no refeitório, na cozinha,no laboratório de química e biologia, e em parte do auditório. O laudo também apontou problemas na estrutura do solo do pátio e da quadra esportiva que apresentaram rachaduras. A diretora foi orientada pela engenheira a monitorar as rachaduras que aumentaram neste período.
 
Cida afirma que desde que o problema surgiu enviou diversos ofícios para a chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Jacarezinho, Silvia Regina de Souza, e também à SEED, mas que não obteve resposta e por isso resolveu pedir apoio a deputados, vereadores e também ao prefeito Pedro Claro de Oliveira Neto (DEM).
 
Como as rachaduras vêm aumentando, a diretora teme que possa haver um desabamento em algum setor comprometendo toda a estrutura do prédio. Ela também contou que a cozinha funciona improvisada numa sala de aula e que as refeições são servidas no pátio e nos corredores.
 
Os vereadores foram unânimes em apoiar a causa da diretora e já avisaram que vão cobrar providencias com urgência. “É inadmissível um colégio como o Rio Branco, o maior do NRE de Jacarezinho, continuar funcionando com estes graves problemas na estrutura”, bradou o vereador Aguinaldo Roberto do Carmo (PSV).
 
Lençol freático
 
Segundo a chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Jacarezinho, Silvia Regina de Souza, a restauração ainda não foi iniciada porque é preciso corrigir as imperfeições do solo causadas por um lençol freático. “Houve uma licitação para a contratação de uma empresa que faria a restauração, mas o fiscal constatou a necessidade de corrigir o problema do solo antes de a reforma ser concluída, caso contrário, com o tempo o solo cederia de novo”, explicou a chefe.
 
Silvia diz que o problema não atinge apenas o colégio, mas diversos imóveis nas proximidades. Ela também informa que a obra para correção do solo ainda não foi licitada porque o projeto precisa ser feito por um especialista em solo e a SEED ainda não localizou um profissional adequado, mas garante que até o fim deste ano a reforma deve ser iniciada.


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