Bandeirantes

Postado dia 20/09/2013

Projeto Bom Vizinho cuida da segurança em Bandeirantes

Vila União, em Bandeirantes

Criado há cerca de oito anos, na cidade de Maringá, pelo delegado Rogério Antonio Lopes, o Projeto Bom Vizinho busca por maior segurança e qualidade de vida para a população, de forma a despertar de um modo organizado, objetivo e sistematizado, a solidariedade de todas as pessoas que estejam fisicamente próximas. 

O trabalho tem como premissa o fato de que a polícia não é onipresente, ou seja, não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, além de mostrar que a solidariedade é a chave para uma segurança de melhor qualidade. 

O projeto já começou a ser implantado em cidades como Santo Antônio da Platina e Ibatiá, além de ser apresentado em várias outros municípios. 

O Projeto Bom Vizinho em Bandeirantes é desenvolvido por um grupo gestor que envolve empresas e entidades como: o Rotary Clube, Lions Clube Yara, Associação das Senhoras de Rotarianos, Rotaract e Interact Clube de Bandeirantes, Loja Maçônica Estrela de Bandeirantes, ACEB (Associação Cultural e Esportiva de Bandeirantes), Conseg-Bandeirantes, Unopar-Bandeirantes, FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Tiro de Guerra 05-013, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Rádio Cabiúna, Rádio Yara, Rádio Cidade Bandy FM, Jornal Folha do Norte e AMO-Sul (Associação de Moradores da Zona Sul). 

De acordo com o delegado de Bandeirantes, Michael Eymard Rocha de França Araújo, até o final do ano, será implantado um disk-denúncias especialmente para o Projeto. 

Como funciona 

O projeto é estruturado a partir de células de quatro vizinhos que terão a responsabilidade solidária de se monitorarem. Funciona da seguinte forma: o morador “A” será incumbido de vigiar as casas dos outros três vizinhos “B”, “C” e “D”, isto é, seus vizinhos laterais e frontal. 

O sistema vai se repetindo sucessivamente até atingir uma grande área de modo que nenhuma residência fique desguarnecida. Sempre haverá alguém por perto vigiando. Em caso de situação suspeita, a polícia deverá ser acionada normalmente. Dependendo das peculiaridades de cada local, alertas específicos pode ser emitidos, tais como sirenes, holofotes, apitos, etc. 

Os vizinhos deverão se conhecer, interagir entre si, trocar telefones e estipularem que toda vez que alguém for sair, deverá avisar os demais vizinhos que compõem a célula de proteção. Da mesma forma, ao retornar deverá avisar os demais. 

O Projeto resgata, em aspectos práticos e concretos, o exercício da solidariedade daqueles que moram próximos. Nessa perspectiva, a comunidade ganha, a cidade fica tranquila, a Segurança Pública é otimizada e o marginal perde espaço.


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