| Nada mais podre do que no reino da política |
|
|
| terça, 27 de julho de 2010 | |||||
|
Mas há ainda outra questão que, às vezes, fica um pouco camuflada: a malfadada perseguição política. Já houve quem disse que “erva daninha e puxa-saco dá em todo lugar”. Traduzindo isso para o meio político, tem-se que, ao apoiar determinado candidato, muitos anseiam por conseguir algum benefício no futuro governo. E o que acontece com aqueles que estão do lado contrário, entre os que perderam a eleição? Bem, aqueles têm grandes chances de sofrerem ferrenha perseguição, e os exemplos são vários.
Funcionários públicos foram considerados como traidores, por apoiar certo grupo político, diferente daquele que acabou ganhando as eleições. Como resultado: tiveram que se acostumar com o novo local de trabalho, inclusive no cemitério municipal. Há ainda funcionários públicos que perdem seus cargos comissionados ou suas funções gratificadas, como castigo por não terem seguido a cartilha então ditada pelos mais fortes.
Diante de tal conjuntura, muitos eleitores não desejam de jeito algum colar adesivos de determinado candidato, no vidro de seus automóveis ou na porta de suas casas. Outros descartam completamente participar de alguma reunião ou encontro político de um e de outro candidato.
Ou seja, eles não querem tornar pública sua escolha política, a qual será exteriorizada apenas no momento mais secreto de sua vida, diante da urna eletrônica, em 3 de outubro. Sabe por que muitos eleitores têm agido assim? Eles temem atuais e futuras perseguições. ![]()
Somente usuários registrados podem comentar!
Powered by !JoomlaComment 3.26
3.26 Copyright (C) 2008 Compojoom.com / Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved." |
|||||
| < Anterior | Próximo > |
|---|