| Decepcionado com a cidade, pizzaiolo faz as malas |
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| segunda, 08 de fevereiro de 2010 | |||||||||
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Ele afirma que “de jeito nenhum dá para sentir saudades”, uma vez que a cidade não oferece perspectiva de vida. Meio contrariado, ele havia inicialmente se mudado para acompanhar a esposa Marisa da Silva Brito, 26, que tem irmão, cunhada e familiares na cidade. Já da parte do pizzaiolo, seus familiares moram todos em Londrina.
A seu ver, colocação no mercado de trabalho depende também de conhecimento com terceiros e influência. Avaliando a topografia assaiense, ele acrescenta que “ou você está subindo ou descendo, porque não tem reta nessa cidade”. Para a esposa Marisa, com a mudança para Ibiporã, a família espera encontrar emprego fixo e, em uma palavra única, estabilidade. Ela não pretende trabalhar mais apenas alguns dias, recebendo por semana ou mesmo a cada quinzena.
Para aquela família, a mudança para Ibiporã soa bastante natural, principalmente em função de que o casal Christian e Marisa já trabalha naquela cidade. Como dezenas de trabalhadores assaienses, diariamente eles têm que acordar cedo para pegar o ônibus às seis horas para uma longa jornada - até Ibiporã, Londrina ou mesmo Cambé -, retornando a suas casas depois das sete da noite.
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