| Professores protestam contra licença de dois anos |
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| sexta, 05 de fevereiro de 2010 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Muitas professoras haviam pedido desligamento do quadro do Magistério depois da negativa da prefeitura, que agora concede o benefício a apenas uma trabalhadora da Educação. Através da Portaria nº 016, de 27 de janeiro de 2010, a administração municipal concedeu à professora Adriana Maria Zotelli à licença de dois anos para tratar de assuntos particulares. O afastamento vale a partir de 12 de fevereiro de 2010. Divulgada pelo portal Revelia na última quarta-feira, 3, a notícia sobre a concessão de licença de dois anos para a professora Adriana Zotelli – que no ano passado respondia pela direção da escola municipal Rotary Club e da Escola Oásis Santa Paula -, pegou de surpresa e provocou revolta em dezenas de educadores da cidade. A bronca é que historicamente a administração municipal não tem concedido tal benefício ao professorado assaiense, fazendo com que muitos tenham inclusive que deixar um período para lecionar na rede estadual ou mesmo pedir exoneração em caso de viagem ao exterior durante determinado período. Entre os tiveram seus pedidos de licença negados e, em razão disso, acabaram deixando parcialmente sua lotação junto ao Magistério municipal, estão principalmente as professoras Aparecida Cândido Duarte, Alessandra Lopes de Oliveira, Maria Neide Guadagnin e Sirléia da Silva Paes. Alguns deles deixaram o município para lecionar na rede estadual. No entanto, devido à precariedade da contratação – através do PSS (Processo Seletivo Simplificado), a licença de dois anos, e não a exoneração dos quadros do Magistério municipal, seria uma alternativa de retorno em função da insegurança de conseguir ou não aulas no Estado a cada início de ano. Na tarde desta sexta-feira, 5, professoras tentavam entrar na Justiça contra a prefeitura pela não concessão da licença de dois anos sem remuneração. No entanto, a tentativa inicial foi frustrada devido à falta de documento provando a negativa oficial. Ou seja, o sonoro “não” precisava mesmo ter sido registrado, e não apenas dito por algum funcionário comissionado lotado no alto escalão. PARA SABER MAIS: Escolas começam ano letivo com mudanças na direção
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